Esquecer Deus

“Vivemos num tempo estranho. Algumas pessoas ainda têm telefone fixo. Mas, elas usam-no para ligar para o seu telemóvel porque se esqueceram onde o deixaram. e precisam do telemóvel porque tem uma app que os ajuda a encontrar as chaves do carro, pois esqueceram-se onde as puseram. Este tipo de esquecimento deve-se grandemente ao estar ocupado com muitas coisas, distraído e desatento.

Embora estes esquecimentos sejam frequentemente um esquecer de coisas, podem facilmente tornar-se um esquecer de pessoas. (…)

Este tipo de esquecimento pode também conduzir a um esquecer Deus. Podemos estar num culto, onde a nossa atenção é suposto estar em Deus e na Sua Palavra, mas de repente apercebemo-nos que estávamos a pensar em qualquer coisa que aconteceu antes e não ouvimos nada do que o pregador disse. (…)

Esquecemos aniversários, esquecemos celebrações, esquecemos promessas, e esquecemos Deus. (…)

As exigências da vida amontoam-se e é fácil demais não ir ao culto. (…) Este é o princípio do esquecimento descuidado de Deus. Mas, não termina aqui. (…) Quando nos apercebermos, esquecemos Deus. Pior ainda, começamos a seguir outros deuses e estamos comprometidos com os seus caminhos.”

(extraído do artigo do Dr. Benjamin Shaw, na revista Tabletalk de Dezembro 2016)

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A Cruz de Cristo

“… a cruz a tudo transforma. Ela dá um relacionamento novo de adoração a Deus, uma compreensão nova e equilibrada de nós mesmos, um incentivo novo para a nossa missão, um novo amor para com os nossos inimigos e uma nova coragem para enfrentar as perplexidades do sofrimento.”

John Stott em “A Cruz de Cristo” (1986)

O Vigia sobre o muro

“Os mestres da igreja devem desvendar todas as partes gloriosas da Escritura e todas as partes difíceis, todas as promessas e todos os avisos, todas as bençãos e todas as maldições, todas as partes que nos fazem sorrir e todas as partes que nos fazem franzir o rosto.

Ó pastores, que nunca aconteça que alguém que esteve debaixo da tua pregação ou alguém debaixo do teu cuidado pastoral possa estar diante de Deus no Julgamento Final e dizer: “Nunca ninguém me disse que eu precisa de um Salvador.”

Reverendo Kevin DeYoung

(podes ler o artigo completo em inglês aqui)

Santificação: O papel de Deus e o papel do Homem

O trabalho de Deus na nossa santificação não é suspenso porque nós trabalhamos, nem o nosso trabalho suspenso porque Deus trabalha. Nem a relação é estritamente de cooperação, como se Deus fizesse a Sua parte e nós fizéssemos a nossa de modo que a conjunção ou coordenação das duas produzisse o resultado esperado. Deus trabalha em nós, e nós também trabalhamos. Mas, a relação é que porque Deus trabalha, nós trabalhamos.

John Murray, Redemption, Accomplished and Applied (Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1955; reprint, 1992), 148-149.