My God is…

My God is my Maker.

He designed me, formed me and builds me to His glory.

My God is Wise and All-Knowing.

He sees my every circumstance and always knows what’s best for me.

My God is Ever-Present and Compassionate.

He never leaves my side and comforts my soul through the trials.

My God is All-Loving and Caring.

He gave His All – His Son Jesus Christ – to die for my sins and with Him an open access to all of His blessings.

My God is All-Forgiving and All-Restoring.

Although I fail Him and dishonour Him often, He cleans me of all sin and restores to me the joy of His salvation.

My God is Strong and Mighty.

I am surrounded by enemies who seek to put me down, but He is an undefeated warrior who fights for me.

My God is my Guide and my Counsellor.

I fear not the future when I follow in His path.

My God is my Shelter and my Rock.

Life is unsettling, but He is a stronghold ever secure.

My God is Faithful and Friend.

He never fails me, never forgets me, and never withdraws His promises to me.

My God is my Father.

He gave me His sonship and a family of brothers and sisters to help me, love me, support me and correct me.

My God is my King and my Lord.

I am bound to His service and glory by love and gratitude for who He is and what He has done for me.

My God is All in All.

For although He loves me, saves me, protects me, builds me, restores me, and blesses me, this story is not about me, but of His great, majestic and holy glory, my unfathomable, unstoppable, untameable, indescribable God.


(para a versão em português clique aqui)

Anúncios

A face do Amor

Jesus e Pedro são os intervenientes da conversa mais introspectiva de toda a Escritura (João 21). Sentados na praia, Jesus volta-se para Pedro e pergunta-lhe: “Amas-me?”. Não sei de pergunta mais profunda do que esta.

praiaPedro lembrava-se seguramente das promessas de nunca abandonar o Senhor, ainda que lhe custasse a vida. Lembrava-se do aviso de Jesus acerca da traição. Lembrava-se da escaramuça no Jardim quando cortou a orelha a Malco. Lembrava-se de seguir Jesus de longe. Lembrava-se de estar sentado na roda dos escarnecedores. Lembrava-se de O ter negado. Três vezes. Lembrava-se do olhar de Jesus que encontrou o seu. Lembrava-se das lágrimas que chorou. (Lucas 22)

A pergunta de Jesus confronta-o com o passado incómodo, e ele sabia que não podia fugir mais. Diante dele estava Aquele que “sabendo que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (Jo.13:1) Pedro conhecia a face desse Amor. O Amor que lhe lavou os pés (Jo.13:1-17). O Amor que partiu o pão e deu o cálice como símbolos de uma Nova Aliança (Lc.22:15-20). O Amor que prometeu uma comunhão eterna (Jo.14). O Amor que prometeu a virtude de uma nova vida (Jo.15). O Amor que enviaria o Consolador (Jo.16). O Amor que Se entregou à vontade do Pai (Lc.22:42). O Amor que Se entregou, em silêncio, ao desprezo dos Homens. O Amor que suportou a ira do Santo. (Isaías 53)

“Amas-me?” Pedro sabia o sentido do Amor que Jesus procurava no seu coração. Lembro-me de alguns episódios bíblicos que são o reflexo desse Amor.

1. O verdadeiro Amor conduz a um serviço extravagante.

Jacó serviu a Labão por 14 anos porque amava a Raquel (Gn.29). E, “lhe pareceu como poucos dias, porque muito a amava.”

Pensa no teu serviço a Deus como uma expressão do teu amor, e não como um fardo. Dessa perspectiva como respondes ao “amas-me?” de Jesus?

2. O verdadeiro Amor produz uma adoração extravagante.

A mulher pecadora que invadiu a casa de um homem religioso para lavar os pés de Jesus com lágrimas, enxugá-los com os seus cabelos, beijá-los incessantemente e ungi-los com óleo demonstrou uma profunda contrição de alma e um Amor suave que foi recebido por Jesus como adoração genuína. (Lc.7:36-50)

A quem muito foi perdoado muito ama.” A tua adoração, os teus afectos e emoções, as tuas atitudes revelam que medida de Amor e gratidão para com Deus?

3. O verdadeiro Amor entrega-se em sacrifício extravagante.

Certo dia, em tempo de guerra, o rei Davi solta um desabafo suspirando pelas águas da fonte às portas de Belém. Sem hesitações, e sem serem comandados a tal, três valentes da sua guarda arriscam as suas vidas invadindo o aquartelamento dos filisteus em Belém e trazem da água para o seu rei. Perante tal sacrifício Davi nem mesmo se atreveu a beber da água derramando-a como oferta de adoração ao Senhor. (2Sm.23:13-17)

No tempo pós-moderno de exaltação do EU em que vivemos a entrega sacrificial em favor do outro é a expressão máxima do Amor. Do que estás disposto a abdicar de teu em favor dos outros e da glória de Deus?

4. O verdadeiro Amor vive uma fé extravagante.

Desarmado pela pergunta insistente de Jesus, Pedro finalmente cede, e mostra a sua fraqueza dizendo: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo” (João 21:17) Tu sabes. Tu sabes quanto te amo. Sabes melhor do que eu próprio. Jesus responde-lhe: “Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras. E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.” (João 21:18-19)

A fé extravagante não é a grande fé, mas sim a fé sincera, absoluta e rendida. Quando Pedro se despiu de toda a sua presunção e confiança própria entregando-se a Cristo, ele estava pronto para glorificar a Deus. Essa fé é a expressão do Amor.

Hoje, o Senhor Jesus Cristo pergunta-te a ti: “Amas-me?” Como vais responder a essa pergunta?

Porque sinto que estou salvo

Ontem, publiquei um artigo sobre a minha certeza de salvação. Tenho a certeza que estou salvo porque nada na minha salvação depende de mim, mas, tudo de Deus, e Ele não falha.

Hoje, quero abordar a questão de uma outra perspectiva: Porque sinto que estou salvo? A minha confiança segura de que estou salvo está em Deus, mas, a transformação constante da minha vida e do meu coração também é a confirmação do novo nascimento. O que quero dizer?

1. Um amor crescente por Deus.

Quanto mais O conheço mais o Amo. Deus tem se tornado o ponto fulcral da minha vida. Não consigo imaginar a minha vida longe d’Ele. Quero conhecê-l’O mais, agradar-Lhe em tudo. Fico desolado quando O ofendo. Tenho prazer em fazer a Sua vontade.

Amo ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica. (Salmos 116:1)

Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. (Lucas 7:47)

2. Um amor crescente pela Palavra.

O meu prazer é meditar e partilhar a Palavra de Deus. Não sou um homem de muitas palavras, na verdade sou bastante introvertido, mas, sou capaz de ficar horas a falar sobre o Evangelho. Amo a Palavra e construo a minha vida sobre o conhecimento da vontade divina que ela me traz.

Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia. Salmos 119:97

3. Um amor crescente pela Igreja.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (João 13:35)

O amor pelos irmãos na fé, fruto do Amor derramado por Deus nos nossos corações, é o pano de fundo do que significa ser Igreja – o uso dos dons, a disciplina, a adoração, o ensino, a pregação do Evangelho, a comunidade de amor curativo. É na Igreja que me sinto em casa. Servir o povo de Deus o meu desejo.

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. (Atos 20:28)

Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome,
Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior;
Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor,
Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade,
E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.
Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera,
A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém.
(Efésios 3:14-21)

4. Um ódio crescente pelo meu pecado.

Já não sou capaz de ignorar o pecado em mim. Ele entristece-me, repulsa-me. Tenho um desejo ardente por santidade e pureza. Sinto-me incomodado quando estou num ambiente em que a linguagem, as conversas ou os hábitos são uma expressão da natureza caída do Homem.

Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou!
(Romanos 7:22-24)

Por estas duas razões:

  • Deus, o Autor e Consumador da minha salvação, e
  • A transformação visível do novo nascimento.

vou caminhando seguro até ao Lar. E, tu?

Porque sei que estou salvo

Há dias difíceis. Vidas difíceis. Crises. De coração. De alma. De fé. Já passei por lá. Mas, hoje, trago no coração uma certeza inabalável: “Sou de Jesus e Jesus é meu!” Ainda há dias difíceis. Crises, muitas virão certamente. Mas, esta confiante esperança jamais passará. Porquê?

1. Não depende da minha vontade

Se dependesse estaria perdido quando, na adolescência, uma paixão por uma colega era bem mais arrebatadora do que a minha fé. Por minha vontade, talvez trocasse Deus por esse amor.

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
João 1:12-13

2. Não depende das minhas emoções

Se dependesse estaria perdido quando, na faculdade, experimentei a maior desilusão com a “igreja”. Naqueles dias negros, no meu coração não havia espaço para mais nada a não ser mágoa.

E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Romanos 5:5

E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Gálatas 4:6

3. Não depende do meu desempenho

Se dependesse estaria perdido por tropeçar tantas vezes nos mesmos pecados, e não amar o meu Senhor como Ele é digno.

Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.
Filipenses 2:13

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
1 João 1:9

4. Não depende da minha compreensão

Se dependesse estaria perdido porque, até hoje, não entendo como Ele pode amar alguém como eu. Não entendo os mistérios da Sua Graça, nem a sabedoria da Sua Soberania.

Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor.
1 Coríntios 1:26-31

Tenho certeza da salvação porque nada na minha salvação depende de mim. Estou certo porque (…) os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis. (Rom11:29) Noutra versão lê-se que “Deus não se arrepende”. Estou confiante porque tenho “por certo isto mesmo, que Aquele que em vós (em mim) começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.” (Fp1:6) (enfâse minha)

Por tudo isto, SOLI DEO GLORIA. Toda a Glória somente a Deus.

Crer como criança

Os meus filhos são, na minha vida,  a parábola viva do que Jesus ensinou: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mateus 18:3)

crianca

Ontem, durante o jantar, surgiu a incómoda pergunta: “O que acontece às pessoas quando morrem?” Eu e S. gostamos de esclarecer os nossos filhos e, com a simplicidade necessária, oferecemos a explicação.

Quando falava sobre o Céu e o inferno eles prestaram muita atenção. Expliquei que quem não se arrepende dos seus pecados vai receber o castigo de Deus, mas quem se arrepende e crê no Senhor Jesus como Salvador vai para o Céu.

O J. interrompe subitamente e diz: “Posso sair da mesa para ir ao meu quarto orar?” Saiu apressado e foi confessar os seus pecados a Deus. Voltou radiante e aliviado por estar em paz com Deus.

A simplicidade do Evangelho encontra terreno fértil na simplicidade do coração das crianças. Quando crescemos, o insidioso pecado contamina todo o nosso ser, e o Evangelho torna-se, aos nossos olhos castrador e repugnante. Resistimos a Deus porque amamos mais o pecado. Enxovalhamos o Evangelho porque queremos reivindicar o nosso direito ao Céu. Adiamos o arrependimento porque temos coisas mais importantes a fazer primeiro. No fim, perdemos tudo.