Deus está perto

A minha filha mais nova, a R., tem uma paixão arrebatadora por mim. Sim, eu sei que todas as meninas têm uma maior ligação com os pais. Mas, da pequenez dos seus três anos a R. leva isso ao extremo. Quando chego a casa ela é a primeira a correr para os meus braços e a cobrir-me de beijos. Quando estou para sair arranja todos os argumentos para me convencer a ficar. Se estou sentado no sofá é vê-la a enroscar-se no meu colo. Se precisa de alguma coisa insiste que seja eu a resolver mesmo que esteja alguém mais perto.

Muitas vezes, estamos na mesma divisão – a sala, por exemplo – ela a brincar e eu a fazer qualquer outra coisa. Levanto-me e saio para outra divisão para buscar alguma coisa. Passado uns segundos, começo a pressentir uma agitação. Depois, começo a ouvir pequeninos passos acelerados. Logo de seguida, um choro: “Papá, onde estás?” A calma só vem quando se lança de novo nos meus braços.

Oh, se fossemos assim com o nosso Pai celeste. Quantas vezes não somos nós a afastar-nos da Sua presença sem sequer nos importarmos com isso.

pela mão

Um destes dias desafiei os irmãos na IEAveiro a meditarem sobre o testemunho de um rei. O seu nome era Asa e a sua história está narrada em 2 Crónicas 14, 15 e 16. O autor da carta aos Hebreus lembra-nos que temos uma grande multidão de testemunhas que testificam sobre a natureza humana, a fé, a providência divina, a bondade e fidelidade de Deus para com os seus (Hb.12:1). Se formos sábios usaremos esses testemunhos como instrução para evitarmos os mesmo erros ou seguirmos o exemplo de justiça, a fim de que deixemos o pecado e os embaraços para servirmos a Deus. Infelizmente, muitas vezes apenas aprendemos por tentativa e erro, e debaixo da disciplina do Senhor. Sejamos sábios!

Asa foi um bom rei. O seu coração foi perfeito diante do Senhor (2Cr.15:17) embora tenha falhado em algumas atitudes. Durante o seu reinado, o povo buscou ao Senhor. E o Senhor lhes deu paz e prosperidade. Azarias foi levantado por Deus para confirmar diante do rei que “O Senhor está convosco, enquanto vós estais com ele.” (2Cr.15:1) Mas, nem sempre foi assim. Azarias recordou o passado quando disse:

“Israel esteve por muitos dias sem o verdadeiro Deus, e sem sacerdote que o ensinasse, e sem lei.
Mas quando na sua angústia voltaram para o Senhor Deus de Israel, e o buscaram, o acharam.
2 Crónicas 15:3-4”

Durante muito tempo Israel viveu longe de Deus. Não havia intimidade, comunhão ou conhecimento de Deus. Mas, eles não se importavam com isso. Não havia ensino nem instrução do Senhor, pelo que ninguém sabia qual era a vontade do Senhor. E, ninguém se incomodou com isso. Como consequência, não havia obediência, porquanto cada um fazia aquilo que parecia bem aos seus olhos. E, assim é que parecia estar bem.

Esta atitude não foi um deslize pontual de Israel. Ele viveram ignorando ao Senhor por muito tempo. Tanto que já nem sentiam a sua falta. Pode ter começado por um pequeno descuido. Deixar de orar. Deixar de meditar na Palavra. Desprezar a intimidade com o Senhor. Descuidar a comunhão com os irmãos. Expor-se à tentação. Ceder à tentação. É um processo lento, por vezes subtil, mas cujo fruto é sempre o mesmo – um distanciamento de Deus e o esfriar da fé.

Quando a aparente doçura do pecado se vai fica apenas a amargura. A Bíblia ensina que uma vida sem Deus é sem esperança (Ef.2:12). Quando não há esperança, não há futuro, e sem futuro apenas resta a angústia. Este é o fruto do pecado. Sempre. Um preço demasiado alto a pagar por rejeitar o Senhor.

Oh, se fossemos como crianças que buscam a presença do Pai logo que pressentem o seu afastamento. Mas, somos tardios e duros de coração. E, colhemos o fruto da nossa obstinação.

Mas, há boas novas para ti que estás longe. Se te voltares para Deus, e O buscares, achá-lo-ás (2Cr.15:4). Porque, enquanto estiveste longe, Ele sempre esteve perto. Por isso, vem! Vem como estás!

 

 

Sai da tristeza onde quer que estejas

Vem quebrantado pois há salvação

Há misericórdia, vem pecador

Pois não há dor que Deus não possa sarar (2x)

Deixa o teu fardo

Larga a vergonha

Vem quebrantado, olha p’ra Jesus

Tu que estás perdido

Vem, não estás longe

Deixa a tua dor, abre o coração

Vem como estás

Há esperança p’ra ti que andas sem direcção

Vem para a mesa, e prova da graça

Encontras descanso que durará

Pois não há dor que Deus não possa sarar

Vem como estás

Vem como estás

Para os Seus braços

Vem como estás

Há alegria no lugar de choro

Pois não há dor que Deus não possa sarar (2x)

( Come As You Are. (C) 2014 sixstepsrecords/Sparrow Records, Albúm Neon Steeple, by David Crowder)


NOTA: Esta reflexão é um preâmbulo à nova série: "Resolução 268", em breve aqui no AdCausam. Não percas!

Confissão: lições de uma criança

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
1 João 1:9

Amo muito todos os meus filhos. Cada um deles é único e um fascínio para mim. Hoje, o J. e eu tivemos uma boa conversa. E, eu aprendi uma profunda lição espiritual.

O J. é um menino de coração puro. Ele reage com sinceridade e urgência aos seus erros e à injustiça. Hoje, quando nos preparávamos para sair de casa, reparei que o casaco dele estava sujo. Perguntei-lhe como o tinha sujado e ele respondeu que tinha acidentalmente vertido iogurte. Não o repreendi, mas, ao sairmos da porta, ele confessa espontaneamente que não tinha sido ele a verter o iogurte, e sim um colega de turma.

Percebi imediatamente que a história ainda estava a começar. Sem tecer grandes comentários deixei-o falar livremente. Durante aproximadamente metade do percurso para a escola ele descreveu-me o mau comportamento do seu colega que gosta de atirar coisas por cima do muro da escola. Foi assim que o iogurte foi parar ao casaco! De defender o colega, ele passou rapidamente a atribuir-lhe todas as culpas.

Subitamente, ele diz: ” Sabes, papá… – um pai sabe sempre que depois destas palavras não vem nada de bom 😉 – o A. ensinou-me a atirar as coisas por cima do muro, por isso eu também atirei. Mas, foi ele que me ensinou!” E, pronto: a confissão final!

Visivelmente frustrado pelo seu mau comportamento e pela tentativa de o encobrir, a confissão abriu caminho ao arrependimento e à resolução de mudar de atitude.

Não consigo expressar como me senti orgulhoso dele. E, como me senti ensinado pelo Senhor. Recordei o texto de 1 João citado acima. E, do Salmo 51, que, por coincidência, foi a base do excelente sermão desta noite na IEAveiro (obrigado, Daniel). Obrigado, Deus. Ajuda-me a aprender esta lição.

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.
Salmos 51:10

Tristeza segundo Deus

A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.
2 Coríntios 7:9

“Algumas pessoas só sentem remorso porque foram descobertos e têm medo do castigo. Paulo chama a isso “tristeza segundo o mundo”. Mas, o verdadeiro remorso é a tristeza que nos invade quando descobrimos que ofendemos o Senhor que nos Ama tanto. Paulo chama a isso “tristeza segundo Deus”. Esse tipo de tristeza faz-nos odiar os nossos pecados, esquecê-los e procurar perdão.” (John Selfridge, em Effective Christian Living, 1994)

A Justiça de Deus em salvar pecadores (3)

Visto que as nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles, como viveremos então?
Ezequiel 33:10

Como escapar da condenação e ira? A resposta a essa pergunta é a mais importante de toda a tua vida.

Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.
Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
Romanos 3:24-26

O texto fala da paciência de Deus, e de pecados cometidos sob a paciência de Deus. Desde a Queda, Deus tem retido a Sua Ira e tem suportado os pecados dos Homens. Ele tem demonstrado Graça e Misericórdia para com todos não nos dando a justa retribuição pelos nossos pecados no momento em que os cometemos. Tudo isso é possível por causa de Jesus Cristo – o Cordeiro que estava preparado ainda antes da fundação do mundo (1 Pedro 1:20; Apocalipse 13:8). O plano de Deus é perfeito! Deus tem agido assim porque quer chamar-te ao arrependimento.

Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento? Romanos 2:4

Mas, um dia a Sua paciência não susterá mais a Sua Santa e Justa Ira.

Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniquidade; Romanos 2:5-8

A Bíblia ensina que a Salvação vem pela fé em Cristo. (Efésios 2:8-9) A Obra de Jesus Cristo é a única que pode satisfazer a Justiça de Deus. Ora, a fé, essa fé salvadora, não é natural em nós. Ela é despertada nos nossos corações quando ouvimos a Palavra de Deus. (Rom.10:17)

Convicção de pecado e da Santidade de Deus

A revelação de Deus à nossa mente e coração, o conhecimento da Sua Natureza, da nossa natureza, produz em nós, pela acção do Espírito Santo – ou seja, do próprio Deus – uma profunda convicção acerca das coisas eternas.

Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.
E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
Do pecado, porque não crêem em mim;
Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.
Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.
Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.
João 16:7-14

O Espírito Santo conduz-nos a toda a verdade. Toda a verdade sobre Deus. Toda a verdade sobre nós. Ele mostra-nos a Glória do Deus Santo, a perfeição do Seu Carácter. E, mostra-nos o nosso pecado, rebeldia e desobediência. Mostra-nos a Santidade de Deus, e a abominação do pecado. Mostra-nos a Ira Justa do Santo, e a condenação merecida do Homem. Mostra-nos Jesus Cristo, a Graça, a Misericórdia de Deus, e a esperança que eles representam para a Humanidade. Toda a verdade.

Arrependimento

Essa verdade deve produzir em nós uma profunda convicção de pecado, vergonha e culpa diante da Santidade de Deus. Mas, ao mesmo tempo, deve elevar os nossos corações com a esperança de que Deus proveu para nós uma gloriosa Salvação. Por isso, Deus nos exorta:

Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a Sua voz, não endureçais os vossos corações.
Hebreus 3:7-8

Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado.
Hebreus 3:13

Se endurecemos os nossos corações não resta para nós qualquer esperança de Salvação. Da nossa obstinação em recusar a oferta gratuita e graciosa de Deus – a justificação pela fé em Jesus – só resultará condenação. Mas, se ao ouvirmos a Verdade, chorarmos a nossa vergonha, sentirmos a nossa culpa e nos arrependermos do nosso pecado, os Céus se abrirão com Graça, Misericórdia e Perdão.

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor. Atos 3:19

Arrependimento é mais do que remorso. Muito mais do que nos sentirmos mal com o nosso pecado. É detestá-lo. Abominá-lo. Fugir dele. Não o tolerar mais. Não o desejar mais na nossa vida. É amar e não aborrecer a Deus. É amar a santidade, a justiça e verdade. É vir para a Luz. É desejar, de todo o coração, viver para a glória de Deus.

Confissão

O arrependimento é uma mudança radical de interesses, afectos, vontades e prioridades. É uma transformação tão radical do coração que a Bíblia fala de conversão – somos mudados noutra coisa. Um novo nascimento (João 3:3). Uma nova criação de Deus (2 Coríntios 5:17). Este tipo de arrependimento e tal transformação só podem vir de Deus (João 1:13).

Esta mudança produz um impacto tão grande nos nossos corações e nas nossas mentes que os lábios que antes protestavam: “Não há Deus!” (Salmos 53:1) agora alegremente confessam e proclamam que “Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2:11).

A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,
A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.
Romanos 10:8-10

A confissão de Jesus Cristo como Senhor é uma evidência da genuína conversão. O reconhecimento do pecado é importante. O arrependimento é fundamental. A confissão de pecados requerida. Mas, confessar a Cristo como Senhor é a prova que estamos a ser dirigidos pelo Espírito Santo de Deus (1 João 4:15; 1 João 4:2; 1 João 2:22; 1 Coríntios 12:3). A confissão do senhorio de Cristo é a nossa declaração de dependência da Sua Obra. A confissão de Cristo é a nossa declaração de rendição ao Seu senhorio.

Justiça Imputada

Quando há esta fé em ti e o teu coração é assim convertido, Deus será “justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.” (Romanos 3:26) Deus permanece Justo ao salvar-te porque a Sua Justiça foi satisfeita em Cristo. E, a ti, que crês, ele pode justificar – ou seja, declarar justo – por causa da tua fé na Obra expiatória de Cristo. A Bíblia chama a isso Justiça Imputada.

Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.
Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.
Romanos 4:4-5

Não é pelas nossas obras, ou méritos, ou vontade, que somos declarados justos. Essa justiça é-nos atribuída – ou seja, imputada – por Deus, por causa da nossa fé em Cristo. É a Justiça de Cristo que agora é também a nossa justiça (2 Coríntios 5:21).

A maravilha da Salvação não termina aqui. Tendo sido justificados, fomos reconciliados com Deus (Romanos 5:1; Romanos 5:10). E, não só reconciliados mas, feitos filhos de Deus, adoptados na família de Deus (João 1:12; Romanos 8:14; Romanos 8:16; 1 João 3:1) . E, sendo adoptados, feitos co-herdeiros com Cristo de todas as coisas (Romanos 8:17)!

Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!
Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?
Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?
Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.
Romanos 11:33-36

Vem HOJE a Jesus Cristo. Arrepende-te. Crê. Confessa. E serás salvo!

_________________________________

No último capítulo desta série sobre a “Justiça de Deus” falaremos sobre a compreensão do sofrimento à luz da Palavra de Deus.

_________________________________

Outros artigos da série: A Justiça de Deus 

O processo :: Devocional

1.Abr :: Provérbios 16:5,6

Segundo a Wikipédia, PROCESSO (no latim procedere é um verbo que indica a acção de avançar, ir para a frente (pro+cedere)) é o conjunto sequencial e peculiar de acções que têm como objectivo atingir uma meta.

Quase tudo na vida deriva de processos. A confecção de uma refeição. O funcionamento de um motor. A gestão de uma empresa. A biologia de um corpo. Mesmo nos nossos relacionamentos inter-pessoais podemos reconhecer a dinâmica básica de um processo. Creio que isso resulta da ordem com que Deus fez todas as coisas.

O nosso relacionamento com Deus também é um processo. Há um passo inicial, e uma sequência de outras decisões, que culminam num objectivo final. Os versículos de hoje falam disso:

  • Mudança de coração, ou arrependimento. Não é possível chegar a Deus sem essa atitude de humildade diante dEle. Não é uma encenação exterior, mas uma revolução do coração. Um desejo de mudança. Um desgosto com o pecado. Uma emergência por salvação.
  • Confissão. O perdão vem pela misericórdia e pela verdade. O arrependimento leva à confissão do pecado e ao apelo à misericórdia de Deus.
  • Santificação. A sinceridade nos passos anteriores conduz inevitavelmente à última parte do processo: o desejo de nunca voltar atrás. Colocar Deus como a prioridade, temê-Lo, afasta-nos do pecado.

A verdadeira conversão é como uma reacção em cadeia – uma vez iniciado o processo não é possível travá-lo, uns passos sucedem aos outros até atingir o objectivo final. Apesar disso muitos tentam travar e parar a obra de Deus nas suas vidas.

  1. Em que parte do processo estás tu?
  2. Que coisas têm travado o teu progresso?
  3. Fica por momentos em oração diante de Deus e reavalia o teu relacionamento com Ele. Deixa que Ele te mostre qual o próximo passo a dar no teu processo de nova vida em Cristo.