A selecção portuguesa, de cognome “Navegantes”, em memória dos grandes feitos históricos, não foi desta vez capaz de vencer o seu Adamastor – personagem mitológica eternizada nos “Lusíadas” de Camões, símbolo das dificuldades e do medo que insistem em nos fazer fracassar. A equipa ficou de fora do Mundial 2010. O país, que vivia a euforia da esperança de ter pelo menos um motivo de contentamento, cai na real e lamenta a triste sorte. Apontam-se dedos acusadores. Surgem as teorias conspiratórias. Os treinadores de bancada estão ao rubro!

É uma espécie de espelho da vida. Sonhamos e lutamos pelo nosso lugar ao sol. Colocamos esperanças em coisas às vezes fúteis. Confiamos no talento próprio. Na pontinha de sorte. E, as mais das vezes, acabamos de fora, vencidos pelo nosso Adamastor.

Não será tempo de tentar uma nova estratégia?

“Porque, quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com ele.” (2Cr.16.9)

Deus espera por poder transformar a tua vida!