Ontem tive o privilégio de participar de uma reunião de oração. Falo em privilégio pois foi assim que o senti. Um pequeno grupo de irmãos e irmãs, todos longos de dias, derramando as suas preces diante do Senhor em favor da Igreja, da sua liderança, do progresso do Evangelho e por um avivamento espiritual. Saí daquele lugar mudado, humilhado diante do Senhor, e, convicto de que ali se fez Igreja.

Aquele punhado de filhos de Deus têm-se colocado na brecha diante de Deus. Têm sustentado muitos servos do Senhor com ministérios mais visíveis com as suas preces. E têm, creio, preparado o caminho para o Senhor operar poderosamente no meio e através da Sua Igreja. Impressionou-me o seu despojamento e abnegação. Estavam ali não para interceder por eles mesmos, mas por outros. Dão do seu tempo, e são como a semente que é lançada na terra e a seu tempo produz muito fruto.

Nos dias que correm é raro tal entusiasmo. Como disse Samuel Chadwick: “A maior preocupação do diabo é impedir os cristãos de orar. Ele não teme estudos sem oração, serviço sem oração ou religião sem oração. Ele ri-se do nosso esforço, e desdenha a nossa sabedoria, mas treme quando oramos.”