Quando o mar ruge

“O Senhor reina.” (Sl.93:1)

A vida é como um rio. Começa pequena, aparentemente inocente e frágil, mas, logo se revela tumultuosa e rebelde contra o caminho adiante. Há tempos de quebrantamento e seca em que parece que vamos sumir e outros em que nos levantamos com toda a violência e galgamos as margens impostas. Sorvemos tudo, todas as influências, que só aumentam a maldade da nossa natureza. E, na foz da vida, desvanecemo-nos no mar da eternidade.

Raging sea

Todos já experimentámos os turbilhões das águas agitadas em que perdemos o controlo. Foi então que experimentámos a poderosa soberania de Deus sobre as nossas circunstâncias, provando-nos que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que O amam.” (Rm.8:28)

Sentir a soberania de Deus nessas circunstâncias leva-nos a adorá-Lo pela Sua bondade, graça, misericórdia e amor, bem como pelo Seu absoluto poder. Mas, muitas vezes, parece que não conseguimos contemplar Deus para além das bençãos. Estamos sempre focados em nós.

O salmista, diante da evidência da soberania de Deus, contempla um Deus absolutamente Santo. Tal como os discípulos quando Jesus acalmou a tempestade com uma voz de comando (Mt.8:23-27), ou quando fez os seus barcos transbordar de peixe (Lc.5:1-9). “Afasta-te de mim que sou pecador!” A soberania de Deus é Santa. Diante de um Deus Santo, convém-nos andar em santidade. (Sl.93:5)

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